Bem vindos ao blog da FIFA World Cup 2014

A Copa do Mundo da FIFA de 2014 será a 2ª realizada no BRASIL.
As 12 cidades que sediarão os jogos: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ministério Público recomenda reduzir a capacidade do estádio de Brasília de 70 mil para 30 mil lugares


O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios recomendou ao governo do Distrito Federal que seja feito um novo projeto básico para o Estádio de Brasília, com a rescisão do atual contrato. Entre outras mudanças, o Ministério Público pede que a capacidade do estádio seja reduzida de 70 mil para 30 mil lugares. Segundo o MPDFT, dessa forma seriam necessários menos investimentos públicos e o estádio continuaria atendendo às exigências da Fifa para a Copa de 2014. O governo do DF terá 15 dias para prestar esclarecimentos sobre o cumprimento da recomendação.

A Fifa não exige capacidade mínima para a Copa, mas recomenda pelo menos 30 mil lugares para jogos internacionais. Brasília, no entanto, é uma das cidades que brigam para receber o jogo de abertura, para o qual a capacidade mínima é de 65 mil lugares.

A arena de Brasília possui o projeto mais caro para a Copa de 2014, com um custo previsto de R$ 702 milhões. O Tribunal de Contas do Distrito Federal já identificou uma série de irregularidades, como suspeição sobre capacidade do governo em levantar esse recurso, falta de planilhas com estimativas de preços referentes a cobertura fixa, cadeiras, gramado, exagero na previsão de lucro e até desconfiança se o concreto é de alto desempenho.

O projeto de Brasília também recebe críticas pelo destino que o estádio terá depois do Mundial. O temor é que a arena se torne um elefante branco, devido à baixa média de público nos jogos dos times locais. Atualmente, apenas um clube da cidade, o Brasiliense, disputa a Série B e não há nem um na Série A.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Violência não atrapalhará ?


A CBF divulgou nesta segunda-feira um comunicado sobre o episódio ocorrido em São Conrado, no Rio de Janeiro, cidade-sede da Copa do Mundo de 2014. Nele, o presidente da entidade e do Comitê Organizador Local do Mundo do Brasil, Ricardo Teixeira, garante que o acontecimento não prejudicará a imagem da cidade.



As favelas são grande preocupação para a Copa.

1) Ratifico a confiança e o reconhecimento ao esforço do poder público desenvolvido no Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de combater a violência urbana;

2) Renovo a mais absoluta confiança no poder de planejamento, prevenção e combate à violência que vem sendo comandado pelo governador Sérgio Cabral e pelo seu secretário de Segurança, José Maria Beltrame;

3) Em conseqüência, e certo de que essa política de segurança será desenvolvida de maneira contínua, posso assegurar à comunidade esportiva que a cidade-sede do Rio de Janeiro terá em 2014 o clima de normalidade necessário para a disputa da Copa do Mundo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Companhias aéreas têm receio com aeroportos para Copa

As principais companhias aéreas brasileiras estão preocupadas com a habilidade do governo para resolver os gargalos nos aeroportos do país nos próximos quatro anos, a tempo da realização da Copa do Mundo de futebol de 2014.

O aumento da renda da população nos últimos anos, em meio ao crescimento da economia, vem fazendo com que mais brasileiros usem o avião como meio de transporte. De janeiro a junho, o tráfego de passageiros no país disparou 27,6 por cento ante igual período de 2009, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Assim, a própria demanda atual por transporte aéreo exige soluções imediatas, para problemas que vão de estacionamentos com poucas vagas em aeroportos até a falta de espaço para aviões, passando por terminais de passageiros insuficientes.

"Aeroporto bom é aeroporto em obras", afirmou à Reuters o vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM, companhia aérea líder no Brasil, Paulo Castello Branco.

"Existe um gargalo de infraestrutura aeroportuária notório no país, especialmente em São Paulo... Só não existe um caos aéreo porque a Anac limitou o número de operações nos aeroportos."

Segundo recente estudo da consultoria McKinsey, a capacidade dos aeroportos do país encerrou 2009 em 126 milhões de passageiros, com uma demanda de 111 milhões. Em 2014, o fluxo deverá alcançar os 146 milhões.

O levantamento da McKinsey aponta que dos 20 principais aeroportos, sete estão com pátios e terminais de passageiros saturados. E das 12 cidades-sede da Copa, apenas quatro não têm aeroportos com saturação em pátio ou terminal de passageiros atualmente.

"A Copa é oportunidade única de expor o Brasil para o mundo todo e o aeroporto é a primeira impressão do país para o turista. Dado o histórico (de investimentos do governo), a situação preocupa. Sem dúvida, os investimentos exigem foco e têm que deixar o alerta ligado", disse o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior.

O governo federal trabalha com um orçamento de 6,5 bilhões de reais para investir nos aeroportos nos próximos anos, dos quais cerca de 5,5 bilhões de reais irão para as cidades-sede.

A cifra contrasta com o que vinha sendo aplicado nos aeroportos. Em 2003, por exemplo, foram apenas 42 milhões de reais. Em 2006, 1 bilhão de reais foram injetados, valor que tombou para 270,3 milhões de reais em 2007, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ligado ao Ministério do Planejamento.

Procurada, a Infraero, estatal responsável pela administração dos aeroportos, não comentou o assunto até a publicação da reportagem.

"Estamos preocupados, sim, com o investimento do governo, mas estamos confiantes que esses mais de 6 bilhões de reais serão investidos num tempo que dará respaldo ao crescimento", disse o presidente-executivo da Azul, Pedro Janot.

As estimativas sobre o fluxo de passageiros que será gerado durante a Copa variam. Para a McKinsey, serão de 2,9 milhões a 5,8 milhões de passageiros a mais. Já a Ernest & Young calcula fluxo adicional de 2,25 milhões de passageiros no período do Mundial.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

'Maracanã estará pronto em 2012', garante secretária de Esporte do Rio


Durante a apresentação dos Jogos Mundiais Militares, que acontecerão em 2011 no Rio de Janeiro, a secretária , Espestadual de Turismoorte e Lazer, Marcia Lins, declarou que não há motivo para preocupações com o Maracanã. Segundo ela, o estádio será fechado no momento certo e as principais obras terminarão no prazo de dois anos. Ainda de acordo com ela, as obras estarão concluídas até o final de 2012 e o estádio, portanto, estará pronto para receber os jogos da Copa das Confederações, prevista para 2013.

- Não existe qualquer risco de atraso no do Maracanã. Não há nada mais prioritário para o Rio e para o Brasil que o estádio esteja pronto para receber a Copa de 2014. Hoje estão sendo abertos os primeiros envelopes das empresas canditadas a fazerem a reforma no estádio. Apenas quando for decidido quem fará a obra é que o Maracanã será fechado definitivamente - afirmou Marcia, que garantiu que a escolha da empresa acontecerá o mais rápido possível.

O Rio de Janeiro irá sediar os Jogos Mundiais Militares em 2011. A cidade foi eleita em votação realizada na 62ª Assembléia Geral do Conselho Internacional do Desporto Militar, em Ouagadougou, capital de Burkina Faso, na África. Será a primeira vez que o continente americano receberá o evento.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Beckham quer encerrar a carreira em 2014

Fora da Copa depois de ficar lesionado, David Beckham disse nesta quarta-feira que quer disputar as Olimpíadas de 2012, em Londres, pela seleção da Inglaterra, quando estará com 37 anos. O inglês disse ainda que pretende encerrar a carreira na Copa de 2014, no Brasil.

- Se eu continuar jogando e se perceber que posso fazer a diferença, adoraria participar - afirmou Beckham, que disse que sonha encerrar a carreira na Copa de 2014, no Brasil.

Beckham acredita que vai voltar a jogar pelo Los Angeles Galaxy em dois meses.

Infraero prevê investimento de R6,48 bi em aeroportos até 2014

Os aeroportos do país receberão um investimento de 6,48 bilhões de reais até 2014, quando o Brasil vai sediar a Copa do Mundo, disse nesta quarta-feira o superintendente da Infraero, Jonas Lopes, dias depois de a infraestrutura para receber o Mundial ter sido alvo de críticas.

Desse total, cujos recursos virão da Infraero (61 por cento) e do governo federal (49 por cento), 5,4 bilhões de reais serão investidos nos 14 aeroportos relacionados com as 12 cidades-sede do Mundial, informou a estatal.

"Segundo estudos encomendados pelo Ministério da Defesa, durante a realização do Mundial, o volume de passageiros deve crescer em torno de 10 por centro sobre a movimentação estimada para o ano", disse a Infraero em comunicado.

A previsão para 2014 sem a Copa seria de 26 milhões de passageiros, afirmou Lopes durante audiência pública da Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara.

Em alguns aeroportos, como os de Guarulhos, Campinas e Brasília, a Infraero prevê a instalação de módulos operacionais, que darão suporte ao atendimento da demanda nesses terminais.

A situação aeroportuária é a que mais preocupa para o torneio que será sediado pelo Brasil, segundo o presidente da Confederação Brasileira de Futebol e do comitê organizador do Mundial, Ricardo Teixeira. Na semana passada, em entrevista na África do Sul, o dirigente não soube informar sobre investimentos e disse que a área era de responsabilidade da Infraero.

Porém, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse que o Brasil será dividido em "quatro regiões para garantir que torcedores não tenham que viajar por mais de uma ou duas horas entre um estádio e outro". A ideia é evitar grandes deslocamentos das seleções entre as 12 cidades que vão receber jogos do Mundial: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Na terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu àqueles que criticam o Brasil por não estar com a infraestrutura completa para a próxima Copa do Mundo.

"Terminou uma Copa do Mundo na África do Sul agora e já começam aqueles a dizer: 'Cadê os aeroportos brasileiros? Cadê os estádios brasileiros? Cadê os corredores de trem brasileiros? Cadê os metrôs brasileiros?', como se nós fôssemos um bando de idiotas que não soubéssemos fazer as coisas e não soubéssemos definir as nossas prioridades", disse Lula em evento sobre o trem de alta velocidade entre as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, cujo leilão está marcado para dezembro.

Os estádios também são motivo de preocupação para a Copa de 2014. A grande maioria não começou a reforma ou construção e no mês passado o Morumbi foi excluído, deixando São Paulo ainda sem um local para receber as partidas.

Além das obras visando a Copa, a Infraero planeja ações visando as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. "Fazemos esse planejamento anualmente e temos investimentos previstos para depois de 2014 também", afirmou Lopes, segundo comunicado divulgado pelo presidente da CVT, deputado Milton Monti (PR-SP). Lopes acrescentou que nenhuma das obras causará transtorno aos passageiros porque serão usados terminais temporários para atender os usuários.

sábado, 10 de julho de 2010

Governo quer estádios pequenos para a Copa de 2014

Duas propostas já fazem parte do plano do governo federal para a Copa do Mundo de 2014. Segundo os ministros do Esporte, Orlando Silva, e do Turismo, Luiz Barretto, o Brasil terá estádios pequenos e será dividido em quatro regiões.

A intenção do governo é adequar ou construir estádios com a capacidade mínima exigida pela Fifa para o torneio de 40 mil lugares. Outra ideia é concentrar os jogos da primeira fase do Mundial em determinadas regiões para evitar longos deslocamentos de torcedores e times.

De acordo com o ministro Orlando Silva, a divisão dos países-sede em regiões já é tradicional durante as Copas. Para ele, isso é uma questão operacional que o Brasil levará em consideração daqui a quatro anos.

- É preciso facilitar chegadas e saídas. Isso (a divisão em regiões) é um tema para se encaminhar, para que tenhamos uma operação mais eficiente durante a Copa - afirmou, em entrevista coletiva concedida neste sábado.

Nesta sexta, o ministro Luiz Barretto já havia manifestado apoio a essa proposta, apesar de dizer que a decisão sobre o assunto ainda não está tomada.

- Em princípio, é uma boa ideia. A ideia de concentrar uma seleção em uma região, dividindo o país em quatro, é razoável - disse.

Silva também disse que os estádios brasileiros para o Mundial precisam respeitar a média de público normal do país e as exigências da Fifa. Segundo ele, estádios que receberão jogos da fase final do torneio terão maior capacidade. O restante, porém, deve ser construído e reformado levando em conta o número mínimo de espectadores exigidos.

Isso, disse Silva, vai reduzir custos com obras e baratear a manutenção dos estádios usados na Copa depois do fim do torneio.

- Não podemos construir um estádio em Brasília com capacidade para 70 mil pessoas e depois nunca mais conseguir lotá-lo - explicou o ministro.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Presidente da CBF pôe Curitiba e São Paulo em risco


- Nosso projeto está em andamento. Não é só a concentração, é também o museu e a sede da CBF. A procura pela seleção brasileira já é muito grande e será ainda maior porque o Brasil será o país-sede. E nós temos a consciência que o Rio de Janeiro tem a capacidade de receber esse número de pessoas.

No caso de São Paulo, o projeto do Morumbi não foi aceito, enquanto Curitiba alega não ter o financiamento necessário para as obras na Arena da Baixada. Teixeira disse ainda que Belo Horizonte é a sede mais adiantada para a Copa do Brasil.

- Alguns estádios já começaram a pensar na Copa. Ontem (quarta-feira), em Brasília, já foi definida a concorrência e o valor a ser gasto nas obras lá até dezembro. Minas Gerais está bem. Temos o problema de São Paulo, há dúvida em relação a Curitiba porque há problema na parte financeira. Tenho recebido relatórios e todas as garantias dos outros estádios foram entregues. As coisas estão relativamente em dia - disse Teixeira, para deixar em aberto uma possível troca de sedes.

- Não estamos tratando desse assunto agora. Chegando ao Brasil veremos - emendou.

É opinião quase geral que o ponto fraco da Copa da África do Sul foi o transporte. E Ricardo Teixeira declarou que o Brasil vai se preparar para oferecer boas condições nesse sentido.

" Eu respeito o que o Lula acha sobre as eleições, apesar de discordar "

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, declarou nesta quinta-feira que as situações de São Paulo e Curitiba são as que mais preocupam para a Copa do Mundo de 2014, deixando em aberto uma possível troca de sede caso os projetos não sejam aprovados nos próximos meses. O Rio, por outro lado, está com a posição assegurada. Teixeira confirmou que a seleção brasileira vai se concentrar na cidade. O projeto de construção do novo centro de treinamento, na Zona Oeste da cidade, está em andamento.

- Há um plano do governo de mobilidade urbana que está bem adiantado. Há menos de um mês foi aprovada uma verba bastante representativa para reforma dos aeroportos. Os três grandes problemas são aeroporto em primeiro, aeroporto em segundo e aeroporto em terceiro - reiterou, para em seguida revelar o plano de regionalizar a Copa de 2014.

- Estamos estudando a possibilidade de dividir o país em quatro. Com isso evitamos grande transporte de torcedores em longas distâncias.

O presidente da CBF comentou ainda a declaração de Luiz Inácio Lula da Silva, que sugeriu eleições de oito em oito anos na entidade que organiza o futebol brasileiro. Teixeira, que está há mais de 20 anos no comando da CBF, resumiu com apenas uma frase o que pensa da declaração de Lula.

- Eu respeito o que o Lula acha sobre as eleições, apesar de discordar.