Bem vindos ao blog da FIFA World Cup 2014

A Copa do Mundo da FIFA de 2014 será a 2ª realizada no BRASIL.
As 12 cidades que sediarão os jogos: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

'Maracanã estará pronto em 2012', garante secretária de Esporte do Rio


Durante a apresentação dos Jogos Mundiais Militares, que acontecerão em 2011 no Rio de Janeiro, a secretária , Espestadual de Turismoorte e Lazer, Marcia Lins, declarou que não há motivo para preocupações com o Maracanã. Segundo ela, o estádio será fechado no momento certo e as principais obras terminarão no prazo de dois anos. Ainda de acordo com ela, as obras estarão concluídas até o final de 2012 e o estádio, portanto, estará pronto para receber os jogos da Copa das Confederações, prevista para 2013.

- Não existe qualquer risco de atraso no do Maracanã. Não há nada mais prioritário para o Rio e para o Brasil que o estádio esteja pronto para receber a Copa de 2014. Hoje estão sendo abertos os primeiros envelopes das empresas canditadas a fazerem a reforma no estádio. Apenas quando for decidido quem fará a obra é que o Maracanã será fechado definitivamente - afirmou Marcia, que garantiu que a escolha da empresa acontecerá o mais rápido possível.

O Rio de Janeiro irá sediar os Jogos Mundiais Militares em 2011. A cidade foi eleita em votação realizada na 62ª Assembléia Geral do Conselho Internacional do Desporto Militar, em Ouagadougou, capital de Burkina Faso, na África. Será a primeira vez que o continente americano receberá o evento.

Sebrae vai preparar micro e pequenas para a Copa 2014



O Sebrae vai investir R$ 36 milhões de recursos próprios em ações de capacitação, desenvolvimento de negócios e mapeamento das oportunidades que a Copa do Mundo de 2014 vai gerar para as micro e pequenas empresas. Juntamente com os aportes das instituições parceiras, o total de recursos no programa do Sebrae para a Copa 2014 já chega a R$ 50 milhões, informou o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

O diretor destacou que é natural pensar que a Copa vai beneficiar a cadeia produtiva do turismo, porém os investimentos públicos e privados que começam a chegar nas doze cidades-sede definidas pela FIFA vão significar muito mais. Segundo Carlos Alberto, o megaevento esportivo vai gerar avanços em diversos setores produtivos e o desenvolvimento do País como um todo.

“ O viés da Copa pode ser muito de turismo, mas vamos perceber que ele avança em muitas direções, abrangendo vários setores”, afirmou o diretor, ao abrir a segunda reunião do Comitê Diretivo do Sebrae para a Copa 2014, nesta quarta, 14, em Inhotim, no município de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. A reforma de um estádio, por exemplo, envolverá diversos tipos de empreendimentos, negócios, produtos e serviços, tais como, tecnologia da informação (TI), comércio e empreendedores individuais, entre outros, acrescentou.

Participaram da reunião dirigentes das unidades do Sebrae nas doze cidades-sede onde ocorrerão os jogos da próxima Copa do Mundo, gerentes e coordenadores das carteiras de projetos envolvidas com a preparação, execução e legado do megaevento esportivo. Representantes dos comitês municipal (Prefeitura de Belo Horizonte) e estadual (Minas Gerais) para a Copa 2014 também marcaram presença no evento.

“Nossa atuação não estará envolvida com os jogos, mas com o movimento da economia gerado por eles e o avanço dos pequenos negócios nas regiões das cidades-sede”, enfatizou o diretor. “A Copa possui um efeito catalisador enorme. Temos que nos antecipar, senão as coisas não acontecerão como gostaríamos”, disse ele. “Barcelona se reinventou após a Olimpíada”, exemplificou.

Do ponto de vista das finanças públicas, cidadãos e contribuintes devem debater o significado do megaevento esportivo para o País. “Para o Sebrae, nos interessa o que ele significa para os pequenos negócios, antes, durante e depois dos jogos”, insistiu. A enxurrada de projetos e solicitações de apoio e patrocínio que estão chegando ao Sistema Sebrae só será avaliada se estiver relacionada com a melhoria da qualidade, e gestão dos produtos e serviços prestados pelas MPE, complementou o diretor. (Informações da Agência Sebrae)

Seleção Brasileira de Cidades


O Ministério do Turismo, lançou ontem um site com informações variadas sobre as 12 cidades-sedes da Copa, tais como estado, idade e várias outras.
O site traz várias várias informações também do estado onde se localiza, com fotos mapas e a distância à lugares turisticos dos estados.
A prioridade do site não é a infra-estrutura que está por vir como estádios e sim o turismo do Brasil atual, que com certeza continuará até 2014. Para acessar o site, clique aqui.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Beckham quer encerrar a carreira em 2014

Fora da Copa depois de ficar lesionado, David Beckham disse nesta quarta-feira que quer disputar as Olimpíadas de 2012, em Londres, pela seleção da Inglaterra, quando estará com 37 anos. O inglês disse ainda que pretende encerrar a carreira na Copa de 2014, no Brasil.

- Se eu continuar jogando e se perceber que posso fazer a diferença, adoraria participar - afirmou Beckham, que disse que sonha encerrar a carreira na Copa de 2014, no Brasil.

Beckham acredita que vai voltar a jogar pelo Los Angeles Galaxy em dois meses.

Arena Para-tiba é cogitada novamente para Copa

om todo o embróglio financeiro sobre a Arena da Baixada, um plano alternativo para Curitiba continuar como sede da Copa do Mundo de 2014 ganha cada vez mais força. É a Arena Para-Tiba, projeto apresentado pelo vice-presidente da cidade, Vilson Ribeiro de Andrade, há dois meses, que passou a ser uma válvula de escape.

Se antes o estádio seria apenas de utilização de Coritiba e Paraná, agora tem tudo para fazer parte da Copa. Os dois clubes vinham conversando desde o ano passado com a construtora Andrade Gutierrez, mas outras duas empresas também se interessaram pelo projeto: a Camargo Corrêa e a OAS, sendo esta última a que mais tem condições de iniciar as obras.

"Este novo estádio envolveria o Coritiba, o Paraná, a Federação Paranaense de Futebol, a prefeitura e o Governo Estadual. Lá seria feito um novo estádio, além de um ginásio multi-uso. Isto com uma empresa (OAS) que já está construindo um estádio em Salvador, para Bahia e Vitória, para o Grêmio e já construiu dois em Portugal", explicou o deputado estadual Stephanes Júnior.

A Arena Para-tiba seria construída onde atualmente se encontra o Pinheirão e teria suas obras, avaliadas em cerca de R$ 500 milhões, bancadas pela construtora. Em troca, governo e prefeitura anulariam a dívida da FPF por conta do Pinheirão, e Coritiba e Paraná cederiam seus atuais estádios à empreiteira.

"Este é um projeto já amadurecido e que é viável para a cidade. A construtora vai fazer tudo, desde que, com o Coritiba e o Paraná aceitando, os outros estádios ficassem com ela", acrescentou Stephanes.

A expectativa é que o estádio fique pronto em abril de 2013, tempo hábil, inclusive, para transformar Curitiba em uma das sedes da Copa das Confederações, realizada no mesmo ano.

Mesmo assim, o deputado se mostra favorável para que a Arena da Baixada continue como a sede paranaense, uma vez que os investimentos seriam menores. Porém, adiantou que o plano alternativo foi apresentado pelo goverandor Orlando Pessuti ao presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa do Mundo, Ricardo Teixeira, na semana passada, quando os dois se encontraram em Johannesburgo, na África do Sul.

"Atualmente é mais fácil terminar a Arena. Por isto, este é um plano B. Temos que trabalhar com a primeira opção. Mas o governador Orlando Pessuti esteve em Johannesburgo na semana passada, conversou com o Ricardo Teixeira e apresentou que, caso a Arena fique fora, existe este segundo projeito", completou o deputado.

Infraero prevê investimento de R6,48 bi em aeroportos até 2014

Os aeroportos do país receberão um investimento de 6,48 bilhões de reais até 2014, quando o Brasil vai sediar a Copa do Mundo, disse nesta quarta-feira o superintendente da Infraero, Jonas Lopes, dias depois de a infraestrutura para receber o Mundial ter sido alvo de críticas.

Desse total, cujos recursos virão da Infraero (61 por cento) e do governo federal (49 por cento), 5,4 bilhões de reais serão investidos nos 14 aeroportos relacionados com as 12 cidades-sede do Mundial, informou a estatal.

"Segundo estudos encomendados pelo Ministério da Defesa, durante a realização do Mundial, o volume de passageiros deve crescer em torno de 10 por centro sobre a movimentação estimada para o ano", disse a Infraero em comunicado.

A previsão para 2014 sem a Copa seria de 26 milhões de passageiros, afirmou Lopes durante audiência pública da Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara.

Em alguns aeroportos, como os de Guarulhos, Campinas e Brasília, a Infraero prevê a instalação de módulos operacionais, que darão suporte ao atendimento da demanda nesses terminais.

A situação aeroportuária é a que mais preocupa para o torneio que será sediado pelo Brasil, segundo o presidente da Confederação Brasileira de Futebol e do comitê organizador do Mundial, Ricardo Teixeira. Na semana passada, em entrevista na África do Sul, o dirigente não soube informar sobre investimentos e disse que a área era de responsabilidade da Infraero.

Porém, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse que o Brasil será dividido em "quatro regiões para garantir que torcedores não tenham que viajar por mais de uma ou duas horas entre um estádio e outro". A ideia é evitar grandes deslocamentos das seleções entre as 12 cidades que vão receber jogos do Mundial: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Na terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu àqueles que criticam o Brasil por não estar com a infraestrutura completa para a próxima Copa do Mundo.

"Terminou uma Copa do Mundo na África do Sul agora e já começam aqueles a dizer: 'Cadê os aeroportos brasileiros? Cadê os estádios brasileiros? Cadê os corredores de trem brasileiros? Cadê os metrôs brasileiros?', como se nós fôssemos um bando de idiotas que não soubéssemos fazer as coisas e não soubéssemos definir as nossas prioridades", disse Lula em evento sobre o trem de alta velocidade entre as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, cujo leilão está marcado para dezembro.

Os estádios também são motivo de preocupação para a Copa de 2014. A grande maioria não começou a reforma ou construção e no mês passado o Morumbi foi excluído, deixando São Paulo ainda sem um local para receber as partidas.

Além das obras visando a Copa, a Infraero planeja ações visando as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. "Fazemos esse planejamento anualmente e temos investimentos previstos para depois de 2014 também", afirmou Lopes, segundo comunicado divulgado pelo presidente da CVT, deputado Milton Monti (PR-SP). Lopes acrescentou que nenhuma das obras causará transtorno aos passageiros porque serão usados terminais temporários para atender os usuários.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Irritado, Lula dispara contra críticas sobre atrasos na Copa de 2014

O fim da Copa do Mundo de 2010 direcionou as atenções ao Mundial de 2014, que será disputado no Brasil. Com isso, as críticas começam a ficar mais intensas, para a irritação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A Copa da África do Sul acabou e já estão dizendo que o Brasil está atrasado em estádios, linhas de trem, metrô, como se fôssemos um bando de idiotas que não sabem conduzir suas coisas e prioridades”, disparou Lula em evento em Brasília para o lançamento do trem-bala que ligará São Paulo e Rio de Janeiro.

O presidente se refere a relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) divulgado nesta terça-feira em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. A matéria indica a preocupação do órgão em relação ao atraso de obras de infraestrutura para a Copa.

A posição do TCU reflete apreensão da Fifa. O secretário-geral da entidade, Jerome Valcke, afirmou que o Brasil passa por problemas similares aos enfrentados pela África do Sul em sua preparação para a Copa.

“Precisamos construir estádios, aeroportos, estradas, fazer funcionar sistema de telecomunicações, resolver questões de hospedagem”, listou Valcke.

Burocracia emperra lançamento do edital do Estádio das Dunas


Previsto para ser lançado no último dia 30 de junho, o edital da Parceria Público-Privada para o Estádio das Dunas ainda aguarda a aprovação de um Projeto de Lei (PL) estadual que autoriza a criação do Fundo Garantidor, necessário para a contratação no modelo proposto. O gestor da Copa do Rio Grande do Norte, Fernando Fernandes, acredita que a Assembleia Legislativa possa votar, em caráter de urgência, e aprovar o PL até a próxima semana, o que permite o lançamento do edital.

A decisão de se fazer uma licitação no modelo de PPP foi tomada apenas em dezembro do ano passado e obrigou comitê executivo de Natal a correr contra o tempo para deixar tudo pronto. “A burocracia é muito grande e tivemos que fazer tudo de acordo com a lei, tudo bem estudado e com muita transparência para evitar problemas futuros”, disse Fernandes.

O Estádio das Dunas será construído no lugar onde hoje está o complexo esportivo estádio Machadão/ginásio Machadinho ao valor aproximado de R$ 400 milhões. Um consórcio, de acordo com Fernando Fernandes, deve ser responsável pela demolição do antigo complexo, construção, manutenção e exploração da nova arena. A fase 1 da obra – terraplanegem (R$ 400 mil) - já foi iniciada nos arredores onde será construído o estádio. A fase 2 – construção do estádio propriamente dito – deve começar em meados de outubro.

São previstos até 30 meses para a construção da nova arena, que será gerida durante 30 anos pelo consórcio privado, vencedor da licitação. Encerrado este prazo, a praça esportiva volta a ser administrada pelo poder público local. O Estádio das Dunas terá capacidade para 45 mil espectadores e deve ser reduzido para 35 mil depois do Mundial Fifa por meio de um sistema de arquibancadas flexíveis

São Paulo: incógnita sobre estádio é preocupação para Copa 2014

O comitê da cidade de São Paulo trabalha com duas preocupações para garantir a metrópole na Copa do Mundo de 2014. Além da polêmica questão do estádio, que está longe de ter uma definição, o presidente da SPTuris, Caio Carvalho, cita o problema dos aeroportos como outro inconveniente que precisa ser resolvido.

Segundo ele, dois aeroportos seriam utilizados no Mundial: o internacional de Guarulhos e o de Viracopos, em Campinas, a cerca de 100km da capital paulista. Entretanto, Carvalho mostra preocupação, uma vez que as reformas ainda não começaram em qualquer deles.

- Em 2007, o Aeroporto de Cumbica era capaz de transportar 20 milhões de passageiros por ano. A Infraero prometeu que faria obras que aumentariam a capacidade para 30 milhões. O mesmo aconteceria em Viracopos (Campinas), que saltaria dos atuais três milhões para oito milhões até dezembro de 2012. Só que estamos na estaca zero. Esse é o gargalo maior. Temos uma estatística que mostra que 72% dos voos que chegam ao Brasil passam pela cidade de São Paulo. Isso realmente preocupa – afirmou, em conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.

Rede hoteleira não preocupa

O dirigente lembrou que outras questões, como hotéis e hospitais, estão muito bem equacionadas.

- A rede hoteleira de São Paulo é a maior da América Latina. Atualmente, temos 42 mil quartos e temos capacidade para chegar a 50 mil. É o dobro, por exemplo, do que o Rio de Janeiro. Quem chega mais perto é a Bahia, com 27 mil quartos. Só a região da Berrini (avenida Luis Carlos Berrini, na Zona Sul), já comporta o número de habitações que a Fifa pede – lembrou Carvalho.

O homem que comanda o comitê paulista disse que São Paulo leva uma vantagem sobre as outras cidades no assunto hospitais.

- De um universo de 120 que existem na cidade, 17 possuem certificação internacional, sendo que dois (Albert Einstein e São Luiz) ficam a cinco minutos de distância do estádio do Morumbi. Estamos absolutamente tranquilos em relação a isso – afirmou.

Estádio: a maior polêmica

Em relação ao polêmico tema estádio, Carvalho mudou o tom da conversa.

- Eu falo do que você quiser, menos de estádio. Esse assunto já deu o que tinha que dar. Agora vamos esperar e só voltar a falar desse assunto em 2011 – brincou o dirigente.

morumbi, são paulo x palmeirasO estádio do Morumbi foi descartado pela Fifa.

Não existe qualquer novidade neste assunto. A Fifa já descartou oficialmente o estádio do Morumbi, alegando que o São Paulo não conseguiu apresentar as garantias financeiras necessárias para realizar a obra. O Tricolor, no entanto, ainda sonha com uma reviravolta e tem o apoio do prefeito Gilberto Kassab e do governador Alberto Goldman.

Outras alternativas seriam a Arena Palestra Itália, cuja construção deverá começar ainda este ano e ficará pronta em dois anos, e uma nova arena em Pirituba. O Pacaembu também já foi citado. O problema é que o governo estadual deixou claro que não colocará dinheiro público para realizar tal obra. E como o novo estádio está orçado em R$ 1 bilhão, dificilmente a iniciativa priva conseguiria arcar sozinha xom a obra.

Caio Carvalho esteve na África do Sul para fazer observações. Relacionou pontos positivos e negativos.

- É preciso se elogiar o empenho e o jeito com que o povo sul-africano abraçou a Copa do Mundo. É algo incrível mesmo. Mas em outras questões, como no transporte púiblico, seria covardia fazer uma comparação com a cidade de São Paulo. Estamos muito mais avançados nessa questão. Os estádios são maravilhosos, mas é preciso saber o que farão com todos os estádios a partir de segunda-feira. Qual será o legado que a Copa vai deixar? - questionou.

Incertezas sobre a Arena da Baixada alimentam novos planos em Curitiba

Cidade cogita outras três possibilidades para receber o Mundial de 2014. Hotelaria não preocupa, enquanto aeroporto precisa passar por reformas.


Quando Curitiba foi escolhida uma das sedes da Copa do Mundo 2014, a Arena da Baixada era colocada como o pilar de uma candidatura bem sucedida. No entanto, prestes a acabar o prazo de apresentação do plano de viabilidade econômica do estádio, o campo do Atlético-PR está se tornando uma espécie de tormenta para autoridades políticas locais.

A favor existia o fato de 70% da construção já ter sido erguida, além do engajamento da antiga diretoria rubro-negra, liderada por Mário Celso Petraglia. Mas a mobilização estagnou. Recentemente, o atual presidente do Furacão, Marcos Malucelli, chegou a declarar: “O Atlético-PR não perde em nada se a Copa não for realizada na Baixada”.

Com alegação de dificuldade em captar recursos para adequar a Arena ao caderno de encargos da Fifa - R$ 150 milhões, Malucelli contrariou o discurso de prioridades da sua própria chapa ao assumir o clube em 2009. Abriu-se um precedente para que a planos B, C e até mesmo D fossem especulados na capital paranaense.

O primeiro “plano reserva” seria uma “Arena Paratiba”, orçada inicialmente em pelo menos R$ 400 milhões. O possível estádio teria Coritiba e Paraná Clube como usuários. No entanto, sequer houve um pronunciamento oficial das construtoras citadas pelos clubes e autoridades políticas como interessadas. Nenhuma proposta concreta de financiamento apareceu

Posteriormente surgiram outros dois planos, ainda sem orçamento estimado. Um deles transformaria o antigo Durival Britto e Silva, palco curitibano da Copa de 1950, em uma moderna arena.

- Isso em uma situação de emergência. Se o Pinheirão (onde se cogita construir a Arena Paratiba) não for viabilizado, a Vila Capanema poderia ser uma alternativa - disse Aquilino Romani, presidente do Paraná, cujos jogadores chegaram a entrar em greve por atraso nos pagamentos durante a parada do Mundial.

estádio do Pinhão Curitiba copa 2014O simpes estádio do Pinhão é o plano D do Paraná
para o Mundial.

Por fim, surge um plano D: o acanhado Estádio do Pinhão, único projeto reserva oficialmente recebido pela Comissão Estadual da Copa, como indicou o governador do Paraná, Orlando Pessuti. Ainda assim, até os poucos torcedores do time que utiliza o local chegam a ironizar a construção de uma arena nesse campo, localizado na vizinha cidade de São José dos Pinhais.

- Não estou entendendo. Querem deixar o moderno estádio do Atlético de lado pra fazer a Copa aqui no Xingu? É bom para nós aqui da região. Só que vai custar bem mais caro para o povo - questionou o mecânico Armindo Drech, 65 anos, um dos cerca de 50 torcedores do Sport São José presentes na partida contra a Portuguesa Londrinense, pela 2ª Divisão do Campeonato Paranaense, realizada no último domingo.

Nenhum dos três grandes da capital paranaense demonstra interesse em utilizar o estádio – mesmo que adequado ao caderno de encargos da Fifa. Apesar das incertezas, autoridades locais são enfáticas ao dizer: “O estádio curitibano para o Mundial é a Arena da Baixada” como ressaltou o gestor municipal para assuntos da Copa 2014, Luiz de Carvalho.


estádio Arena da Baixada Copa 2014A Arena da Baixada precisa de um investimento de
R$ 150 milhões.

Desde a exclusão oficial do Morumbi como palco da abertura da Copa do Mundo 2014, anunciada pela CBF, a Arena da Baixada foi colocada em xeque. Ou se gastam cerca de R$ 150 milhões para a adequação do estádio ao caderno de encargos da Fifa ou nada de Copa 2014 no reduto atleticano.

Prefeitura e governo se uniram para convencer a atual diretoria do Atlético-PR a não desistir. Por isso, em recente viagem para a África do Sul, uma comitiva de políticos paranaenses solicitou ampliação do prazo para entrega das garantias de viabilidade econômica da Arena da Baixada. Passou de 14 de julho para o fim do mês, de acordo com o governo.

Além de uma proposta de títulos de “potencial construtivo” oferecida pela prefeitura, com possibilidade de vendas para empreiteiras, surgiram duas novas opções para viabilizar financeiramente a adequação da Arena da Baixada: o uso do 'naming rights' (direito sobre a propriedade de nome do local) por parte da Copel (Companhia de energia elétrica do Paraná) e uma proposta de parceria feita pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Sobre a proposta de 'naming rights' da estatal, com valores de patrocínio indefinidos, a diretoria atleticana não se manifestou. Apenas a Associação de Sócios do Atlético (Assocap), liderada pelo ex-presidente rubro-negro Mário Celso Petraglia, se pronunciou.

- Todos os grandes centros do futebol brasileiro estarão presentes na Copa 2014. Se desperdiçarmos essa oportunidade, amargaremos para sempre a posição de coadjuvantes - disse o cartola.

Receoso em perder a Copa, o empresariado local também entrou na questão. Atualmente, a Fiep negocia com a diretoria atleticana a possibilidade de investir no estádio. Receberia em troca um número a ser definido de cadeiras e camarotes, além da nomeação de um setor do estádio.

Questionado sobre as alternativas, o presidente do conselho deliberativo do Rubro-Negro parananese, Gláucio Geara, limitou-se a reafirmar: “Nossa postura é a mesma”.

A frase resume a firmeza do Atlético em não querer bancar mais que 33% do valor total das obras, que ainda não têm previsão para início e fim.

Obras do aeroporto curitibano ainda no papel

Aeroporto Afonso Pena PR Copa 2014Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, precisa de
algumas reformas.

Investimentos também são necessários para o setor aeroportuário no Paraná. Ampliações do terminal de embarque, do pátio e da pista de decolagem. Essas são as principais obras previstas para o Aeroporto Internacional de Curitiba para a Copa do Mundo 2014.

- Atualmente estamos articulando a construção de uma nova pista de decolagem - disse o secretário do governo paranaense para a Copa 2014, Wilson Portes.

A administração do aeroporto localizado na região metropolitana de Curitiba afirma que já existem obras em andamento. No entanto, não foram especificadas quais, e, de acordo com funcionários, as melhorias existem apenas no papel.

Reuniões entre representantes da Secretaria Estadual para Assuntos da Copa 2014 e da Empresa Brasileira de Estrutura Aeroportuária (Infraero) foram realizadas durante o ano.

Cerca de R$ 110 milhões estão previstos para obras no aeroporto até 2014. O Afonso Pena tem capacidade para 14 voos por hora, mas atende cerca de 18 no período em horários de pico, conforme estudos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Entre as reclamações dos usuários, a falta de vagas para estacionar veículos, os atrasos nos voos e a ausência de conforto durante a espera.

Rede hoteleira de Curitiba já atende demanda, diz sindicato

A rede hoteleira de Curitiba e região metropolitana promete não ser um problema durante a Copa do Mundo 2014. Atualmente a capital paranaense conta com cerca de 20 mil leitos e pouco mais de 220 hotéis, com crescimento estimado entre 10% e 20% até o início da disputa.

- Creio que nossa capacidade já atende a demanda da Copa - disse o diretor do Sindicato de Hotéis de Curitiba, Aguiar Borsato Silva, baseado em reuniões do Conselho Estadual de Turismo.

A opinião é a mesma do governador do Paraná, Orlando Pessuti.

O governador ainda disse que o Sul é uma des regiões mais bem preparadas para isso.

Em 2009, durante reunião com a empresa prestadora de serviços de acomodação e hospitalidade para a Fifa, representantes de hotéis do litoral paranaense também mostraram interesse em recepcionar os turistas da Copa. A organização do Mundial permite que leitos de cidades até 120 quilômetros da sede sejam cadastrados nos pacotes turísticos licenciados para o torneio.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Galvão Bueno anuncia que Copa de 2014 será sua última como narrador

No último domingo (11), ao final das transmissões da Copa do Mundo da África do Sul, muitos telespectadores ficaram surpresos com a declaração do narrador Galvão Bueno, da TV Globo, que afirmou, no ar, que a Copa de 2010 teria sido sua última fora do Brasil.

No entanto, os leitores da revista IstoÉ, publicada pela Editora Três, não tiveram a mesma surpresa. Em entrevista concedida aos repórteres Rodrigo Cardoso e Yan Boechat, enviados especiais da publicação à África do Sul - e publicada na edição desta semana - Galvão deixou claro que sua última Copa do Mundo trabalhando será a do Brasil em 2014, mas afirma que não será seu último trabalho.

"Sim [será a última Copa a de 2014], mas certamente não será o último trabalho. Eu vivo televisão, assisto diuturnamente. Televisão é minha vida. Mas, em 2018, peço a Deus que me dê saúde, quero juntar a pintainhada inteira, a família toda, botar num micro-ônibus e ir assistir à Copa como torcedor. Até posso fazer a Olimpíada de 2016, se a Globo quiser, mas a próxima Copa será a última", disse o narrador, que cobriu sua primeira Copa do Mundo em 1978.

Fifa aumenta a pressão conforme as obras.

É bom o Brasil se preparar: agora vai começar a pressão da Fifa pelas obras da Copa do Mundo de 2014. Livres da preocupação com o torneio da África do Sul e com menos de quatro anos pela frente, os homens da Fifa vão exigir progressos.

Foi o que fez na manhã desta segunda-feira, no dia seguinte à decisão da Copa, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke. Ao falar sobre a próxima competição, ele disse que falta tudo para o Brasil.

- Temos que construir alguns estádios, algumas estradas, alguns aeroportos. Tem que colocar em prática um novo sistema de comunicação. Tem que melhorar as condições de hospedagem. Vai ter muito trabalho pela frente.

Antes dele, ao ser provocado sobre o mesmo tema, o presidente da Fifa foi claro:

- Não sei de problemas, quero saber das soluções.

Este ano ainda, segundo anunciou poucos dias atrás o presidente da CBF, uma equipe da Fifa se transfere da África para o Brasil. São os homens que vão fiscalizar o andamento das obras. Ou seja: a pressão só começou.

domingo, 11 de julho de 2010

No Soccer City, camisa da Copa de 2014 está a venda


Desde o dia em que foi anunciado o logo oficial da Copa de 2014, no Soccer City está à venda camisetas da Copa 2014, em em breva estará à venda também no Brasil.

Cristo Redentor tem enfeite com bandeira

Adidas faz camisetas com o logo da Copa


A Adidas, empresa que faz todo material desportivo destinado à Copa do Mundo, confecsionou uma nova camiseta com o logo oficial da FIFA World Cup 2014 BraZil , a adidas fez mais de 1000 unidades e deu algumas das camisas para revelações do futebol brasileiro, como Hernanes do São Paulo, a camisa estará em breve à venda em todo o Brasil, por meio da Internet e lojas.