Um dos principais gargalos para a realização da Copa 2014 em Porto Alegre, o aeroporto Salgado Filho ganhou, nesta terça-feira, Licença de Instalação. A LI Nº 1057/2010-DL concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) contempla a ampliação do Aeroporto Internacional Salgado Filho, que inclui o aumento da Pista de Pouso e Decolagem 11-29, cabeceira 29, e da Pista de Taxiway “D”, incluindo a pavimentação e a macrodranagem.
A área do sítio aeroportuário passará de 360 a 432,52 hectares, o que representa um acréscimo de 72,52 hectares. Dentre as condições e restrições incluídas na LI, estão as relativas à implementação de Programas Ambientais, à preservação e conservação ambiental, ao uso de óleos lubrificantes e ao manejo de resíduos sólidos provenientes das obras. O documento é válido de 28.9.2010 até 27.9.2015.
O secretário extraordinário da Copa 2014 do estado, Eduardo Antonini, ressalta a importância da reforma para a realização do Mundial.
“A ampliação do aeroporto é uma das obras mais necessárias para que o Rio Grande do Sul possa realizar uma boa Copa do Mundo. A importância disso ficou bem clara no último Mundial, realizado na África do Sul, onde os aeroportos apresentavam excelentes condições.”.
A ampliação da pista é uma das três reformas no Aeroporto Salgado Filho previstas para a Copa de 2014. Além dela, há a ampliação do terminal de passageiros e do pátio de aeronaves e a construção de um novo terminal de cargas. O valor total das intervenções está estimado em R$ 792 milhões.
Bem vindos ao blog da FIFA World Cup 2014
As 12 cidades que sediarão os jogos: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Aeroporto Salgado Filho ganha Licença de Instalação
domingo, 26 de setembro de 2010
Reivindicação da Concacaf
"Nossos membros deixaram muito claro que necessitamos de quatro vagas. Nossa região está unida atrás desta posicão", emitiu o mandatário que está à frente do organismo desde 1990.
Atualmente, a Concacaf tem direito a três vagas e o quarto colocado disputa uma partida de repescagem com o quinto colocado das Eliminatórias Sul-americanas. Em 2010, EUA, México e Honduras foram as nações que carimbaram vaga de forma direta. A Costa Rica acabou perdendo pro Uruguai e ficou fora.
O fato de o Brasil ter vaga garantida (por ser o país-sede) pode configurar-se em um consistente argumento para que a Fifa retire uma das vagas destinadas à Conmebol (América do Sul) e dê para a Concacaf. A Fifa ainda não se pronunciou sobre o assunto.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Maracanã para times do Rio só depois da Copa de 2014, afirma secretária de turismo

O Maracanã encontra-se fechado desde o dia oito de setembro e a previsão para reabrir é somente em dezembro de 2012. Porém, só poderá voltar a ser utilizado pelos clubes do Rio somente após a Copa do Mundo de 2014, pois no ano anterior o estádio ficará a disposição da Fifa. Quem afirma isso é a secretária de Turismo, Esporte e lazer, Márcia Lins.
— O estádio vai estar pronto em dezembro de 2012 e a Fifa precisa montar a estrutura para o estádio receber a Copa das Confederações (em 2013). Não acredito que vamos ter campeonatos nesse período, porque ele vai estar à disposição da Fifa - disse a secretária ao Jornal O Dia.
No período entre o término das obras até o Mundial de futebol, a entidade irá realizar uma série de serviços no estádio. Por isso, a tendência é de que não tenham jogos dos campeonatos nacionais.
— Existe uma série de serviços que a Fifa executa. Eles colocam toda a parte de centro de mídia, de montagem de TV e de transmissão, são serviços provisórios, que são instalados e tem prazo e cronograma para serem construídos e executados. Então o Maracanã estará à disposição da Copa — falou.
Segundo Márcia Lins, a "vida normal" voltará apenas depois das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
— Para 2016, o Maracanã para e se prepara para os jogos, que da mesma forma, vamos ter um trabalho árduo para fazer. Então a vida normal mesmo só depois de 2016.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
BNDES emprestará dinheiro para 3 cidades



A Fonte Nova, o Castelão e a Arena Multiuso Pantanal foram contemplados pelo programa BNDES ProCopa Arenas e receberão financiamento do banco para a construção ou reforma para a Copa 2014. No total, as três obras receberão financiamento de R$ 1,032 bilhão.
No caso da Bahia, o financiamento do BNDES é de R$ 323,6 milhões, que serão utilizados na demolição e reconstrução do Estádio Octávio Mangabeira, a Arena Fonte Nova, em Salvador. O novo estádio terá capacidade para 50.273 espectadores, o que o habilita a receber jogos das quartas de final. Os recursos do BNDES correspondem a 46% do investimento total e são destinados ao governo da Bahia. O prazo estimado para conclusão da obra é dezembro de 2012.
Em Fortaleza, o BNDES entrará com empréstimo para financiar R$ 351,5 milhões, ou seja, 75% do investimento total para reformar o estádio Governador Plácido Aderaldo Castelo, o Castelão. A previsão para término também é dezembro de 2012, com o Castelão comportando 66.500 espectadores. Será a única arena do Norte e Nordeste apta a receber jogos de abertura, final ou semifinais da Copa.
O projeto conta com o uso de instalações modularizadas, ou seja, os espaços internos podem ser adaptados para utilização em eventos esportivos e socioculturais de médio e grande porte. O complexo deve abrigar também restaurantes, museus, salas de convenções, centros culturais e estabelecimentos comerciais.
Em Cuiabá, a Arena Multiuso Pantanal será construída com R$ 393 milhões de financiamento, o que significa 74% do investimento total. O estádio terá capacidade para 42 mil espectadores e poderá receber jogos das quartas de final. A construção seguirá o mesmo conceito de estádios flexíveis, utilizado nos projetos da Arena Olímpica de Basquete e do Estádio Olímpico de Londres, para as Olimpíadas de 2012.
Com isso, parte das arquibancadas poderá ser removida ao final da Copa e reinstalada em outros locais. Passada a Copa no Brasil, a capacidade da Arena poderá ser reduzida para 27 mil espectadores, possibilitando diminuição dos custos de manutenção.
sábado, 18 de setembro de 2010
Falta de licença atrasa obras do Maracanã

O problema da vez em relação a preparação para a Copa do Mundo de 2014 é no Rio de Janeiro. Segundo reportagem do jornal “O Globo”, o Maracanã está com as obras em ritmo lento por esbarrar na falta de licença da prefeitura para a reforma.
Com isso, as obras que já começaram há um mês e teriam sido intensificadas há duas semanas quando as portas do estádio foram fechada estão se limitando a demolir algumas partes do local.
O processo de licitação foi vencido pelo Consórcio Maracanã que cobrou R$ 712 milhões para a realização da reforma. No entanto, a Coordenadoria de Licenciamento de Projetos Especiais da secretaria municipal de Urbanismo exige o cumprimento de alguns itens no contrato.
“Licitamos as obras com base em um projeto básico, o que é permitido pela legislação. Uma das responsabilidades do consórcio vencedor é desenvolver o projeto executivo, que serve de base para a concessão da licença”, afirmou Ícaro Moreno Júnior, presidente da Empresa de Obras Públicas, responsável pelas obras.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
5 sedes estão paradas

A situação dos estádios brasileiros para a Copa de 2014 é preocupante. De acordo com levantamento do Portal 2014, cinco das 12 sedes do Mundial ainda não começaram suas obras.
Recife e Fortaleza já terminaram as licitações, mas não conseguiram tirar suas arenas do papel. Natal deve lançar o edital na próxima segunda-feira e corre o risco de iniciar a construção do Estádio das Dunas apenas em 2011.
No Sudeste, São Paulo ainda nem definiu onde será construído o estádio. O Morumbi foi vetado e o novo local não foi definido. O mais provável é que a arena do Corinthians, em Itaquera, seja a sede paulista. No entanto, o projeto alvinegro é para 48 mil lugares e a Fifa exige o mínimo de 65 mil lugares para o estádio que almeja abrir o Mundial.
O último local que ainda não ligou os tratores é Curitiba. O Atlético-PR deve assinar na segunda-feira um acordo com a prefeitura e o governo do Paraná. Levará R$ 90 milhões com a venda do potencial construtivo, em esquema que ainda depende de aval dos vereadores e dos deputados estaduais.
O prazo, segundo Portal 2014, que fica de olho no andamento das obras do Mundial no Brasil, está no limite do atraso. Afinal, os estádios devem ficar prontos para a Copa das Confederações, que acontecerá em 2013, daqui 33 meses. E, a construção de uma arena demora, em média, 30 meses.
Mãos à obra
Diferentemente dessas cinco cidades, outras sete estão com suas obras em andamento. O Mineirão, em Belo-Horizonte, começou em janeiro. Porto Alegre e Rio de Janeiro iniciaram as reformas em agosto. Brasília e Manaus estão no processo de demolição dos atuais estádios. Salvador e Cuiabá já demoliram e agora começaram a erguer a nova Arena.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Seguro contra cancelamento da Copa?
A resseguradora alemã Munich Re fechou a cobertura para a Fifa junto com a da Copa da África do Sul. Devido a cláusulas de confidencialidade, porém, a companhia não pode dar detalhes sobre a apólice.
Também cohecido como "no show", essa apólice cobre os custos, despesas e a perda de lucro caso um evento seja cancelado ou adiado por conta de uma ocorrência que fuja do controle dos organizadores, como imprevisibilidades climáticas ou atentados terroristas.
No programa de seguros de eventos como Copa e Olimpíadas, inclusive, a apólice de cancelamento de evento é a mais cara, segundo Warren Harper, diretor gerente da Marsh Atlanta, especialista em riscos e seguros de eventos esportivos.
Isso porque o cancelamento ou adiamento de um jogo, por exemplo, gera um efeito cascata de gastos e custos desde da organizadora do evento até das emissoras de televisão que compraram direitos de transmissão.
Na Copa da África do Sul, a exposição da Munich no seguro completo de cancelamento de evento foi de US$ 350 milhões. O segundo mais caro é o de responsabilidade civil, o que não é para menos, já que esses eventos concentram muitas pessoas num mesmo local e espaço de tempo.
Os seguros são contratados pelos agentes organizadores e participantes dos eventos: organizações esportivas globais (como a Fifa), comitês organizadores locais, emissoras de TV, patrocinadores, contratantes de merchadising, companhias de viagens, hotéis, entre outros. Estimativa da Munich, é de que a última Copa demandou coberturas de US$ 5 bilhões.
Segundo Tobias Heister, diretor de Riscos Diversos e Tranportes da Munich Re do Brasil, a maior receita de seguros vem das emissoras de TV.
"A Copa da África do Sul assegurou quase 100 horas de transmissão ao vivo de futebol", conta Heister. Para se ter ideia da magnitude disso, Heister comenta que em 2006, na Copa da Alemanha, 374 emissoras de TV de 214 países transmitiram 73 mil horas de futebol. "Só a final da Copa de 2006 foi assistida por mais de 700 milhões de pessoas, segundo a Fifa", mensura Heister.
Programa de seguros
Além das coberturas de cancelamento e responsabilidade civil, são contratadas várias outras apólices, como de responsabilidade civil de administradores (D&O), patrimonial, seguro de equipamentos e de transportes.
"Essas são as coberturas de praxe", comenta Mauro Leite, líder da Especialidade de Responsabilidade Civil e Ambiental da Marsh Brasil.
Há, porém, coberturas adicionais que podem ser contratadas de acordo com as necessidades locais do evento esportivo. Uma delas é a de sequestro. [2]
"É importante que o gerenciamento de riscos e o programa de seguros comece a ser discutido quatro ou cinco anos antes do evento", alerta Harper, da Marsh Atlanta, que participou do programa de gerenciamento de riscos das Olimpíadas de Atenas (2004), Torino (2006) e Beijing (2008).
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Ministério Público recomenda reduzir a capacidade do estádio de Brasília de 70 mil para 30 mil lugares

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios recomendou ao governo do Distrito Federal que seja feito um novo projeto básico para o Estádio de Brasília, com a rescisão do atual contrato. Entre outras mudanças, o Ministério Público pede que a capacidade do estádio seja reduzida de 70 mil para 30 mil lugares. Segundo o MPDFT, dessa forma seriam necessários menos investimentos públicos e o estádio continuaria atendendo às exigências da Fifa para a Copa de 2014. O governo do DF terá 15 dias para prestar esclarecimentos sobre o cumprimento da recomendação.
A Fifa não exige capacidade mínima para a Copa, mas recomenda pelo menos 30 mil lugares para jogos internacionais. Brasília, no entanto, é uma das cidades que brigam para receber o jogo de abertura, para o qual a capacidade mínima é de 65 mil lugares.
A arena de Brasília possui o projeto mais caro para a Copa de 2014, com um custo previsto de R$ 702 milhões. O Tribunal de Contas do Distrito Federal já identificou uma série de irregularidades, como suspeição sobre capacidade do governo em levantar esse recurso, falta de planilhas com estimativas de preços referentes a cobertura fixa, cadeiras, gramado, exagero na previsão de lucro e até desconfiança se o concreto é de alto desempenho.
O projeto de Brasília também recebe críticas pelo destino que o estádio terá depois do Mundial. O temor é que a arena se torne um elefante branco, devido à baixa média de público nos jogos dos times locais. Atualmente, apenas um clube da cidade, o Brasiliense, disputa a Série B e não há nem um na Série A.
sábado, 11 de setembro de 2010
Rio de Janeiro pretende abrigar as principais sedes da Copa de 2014
O Secretário geral da Fifa, o francês Jérome Valcke, ficará no Rio de Janeiro até o fim da próxima semana, participando de visitas e reuniões de trabalho para acompanhar mais de perto a estrutura da cidade e os preparativos para a Copa do Mundo de 2014. A capital do estdo do RJ tendo em seus limites quatro estruturas: o IBC, a sede da Fifa, a sede do Comitê Organizador Local e ainda sediar o sorteio das Eliminatórias Mundiais da Copa do Mundo.
IBC (International Broadcasting Center) - Em português, o Centro Internacional de Transmissões. É o coração das empresas de telecomunicações que transmitirão as imagens da Copa do Mundo para todo o planeta. Só existe um IBC em cada Copa do Mundo - não confundir com os centros de imprensa, que existem em cada cidade-sede, normalmente anexos aos estádios. Ter o IBC significa abrigar o coração de toda a imprensa mundial, centralizando as transmissões. Na Copa do Mundo de 2002, o IBC ficou em Seul; em 2006, em Munique; e em 2010, em Joanesburgo. Até o momento, das cidades-sede do Mundial de 2014, apenas o Rio de Janeiro se apresentou como interessado em abrigar o IBC.
Sede da Fifa - É o quartel-general da entidade durante a Copa do Mundo. O presidente, o Secretário Geral e todo o primeiro escalão da Fifa se mudam para este prédio e comandam, dali, a Copa do Mundo. Sediar a Fifa em uma Copa do Mundo é uma demonstração de prestígio da cidade.
Sede do Comitê Organizador Local (COL) - O LOC (em inglês, Local Organizing Comittee), que para a Copa do Mundo de 2014 é presidido por Ricardo Teixeira - também presidente da CBF - normalmente se localiza na principal cidade do Mundial. A Fifa opina sobre a cidade que o abrigará, mas a decisão final é do próprio Comitê. Dali partem as decisões sobre tudo o que tem relação com a organização das sedes do Mundial para receber os jogos da Copa. Logística de viagens, segurança, ingressos e acomodações de imprensa, convidados e torcedores são de responsabilidade do COL.
Sede das Eliminatórias Mundiais da Copa do Mundo - É o segundo evento mais prestigiado do período pré-Copa do Mundo, perdendo apenas para o sorteio das chaves do Mundial. Normalmente conta com a presença de representantes das mais de 200 Federações que compõem o quadro da Fifa, e é transmitido para todo o planeta. Normalmente acontece em um local simbólico do país que sedia o Mundial. A Fifa aprovou o Forte de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e reprovou a Cidade da Música, que fica na Barra da Tijuca. Apesar da decisão oficial só ser divulgada pela entidade em novembro, já que o sorteio acontece em junho de 2011, o Forte de Copacabana já é considerado a sede do evento.quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Fifa estuda acabar com a prorrogação na Copa de 2014
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, quer que os dirigentes do comitê executivo da entidade considerem a ideia de abolir a prorrogação na Copa 2014, para encorajar as seleções a serem mais ofensivas, depois de ver um Mundial, na África do Sul, no qual a maioria dos times primeiro se preocupou em se defender.
Blatter disse nesta quinta-feira que pretende impedir que as seleções sejam muito defensivas em jogos que muitas vezes acabam empatados depois de 90 minutos pelo fato de as equipes evitarem de tomar um gol "a todo custo".
"Nos primeiros jogos da primeira fase na África do Sul, vimos equipes que não queriam perder, que buscavam o empate. É um tema que eu colocarei em discussão nas próximas reuniões das comissões técnicas e de futebol. É preciso encontrar soluções para movimentar os jogos nesse tipo de torneio, para que as equipes joguem para vencer", afirmou Blatter, em uma entrevista publicada pelo site oficial da Fifa.
"Da mesma forma, queremos discutir a prorrogação. Com frequência, as equipes procuravam não tomar gols durante a prorrogação. Passar diretamente à disputa nos pênaltis e adotar de novo o gol de ouro (gol marcado na prorrogação que define automaticamente o vencedor) são as opções. Vamos ver o que será decidido nessas comissões", completou.
A regra do gol de ouro foi aplicada pela Fifa nas Copas do Mundo de 1998 e 2002, quando os ataques das seleções tiveram um incentivo extra para buscar a vitória depois do empate no tempo normal.
Os dirigentes da Fifa irão se reunir novamente para discutir as regras e outras questões ligadas ao futebol em encontro no próximo dia 18 de outubro. Em seguida, um relatório sobre a reunião será apresentado ao comitê executivo da entidade nos dias 28 e 29 de outubro, em Zurique, onde novas decisões poderão ser implementadas.
Ao falar sobre o Mundial de 2010, Blatter disse que a Espanha mereceu ser campeã, mas admitiu que gostaria de ter visto um campeão que fosse de um continente que nunca festejou a conquista da competição. "Nós esperávamos um novo campeão depois de algumas edições da Copa do Mundo. Esperávamos, de certo modo, que esse campeão viesse também de um novo continente. A Coreia do Sul chegou perto disso em 2002 pela Ásia (onde foi semifinalista). Desta vez, faltaram dois centímetros para que os ganeses chegassem à semifinal. Mesmo assim, acredito que o título espanhol seja merecido. Ao lado da Argentina, foi a seleção que, na minha opinião, exibiu o melhor futebol. Além disso, é uma equipe jovem, como também é a da Alemanha, terceira colocada, e a de Gana. É um bom sinal", ressaltou.
domingo, 5 de setembro de 2010
Inter faz teste para ver como ficará nova arquibancada do Beira-Rio após reforma
O Inter aproveitou o jogo contra o Prudente, no final da tarde deste domingo, para testar como ficará a nova arquibancada inferior do Beira-Rio após o estádio passar pelas reformas visando a Copa do Mundo de 2014. Na sexta-feira, representantes da Fifa estiveram em Porto Alegre e exigiram que todos os espectadores tivessem total visão do gramado.
À esquerda das cabines de rádio do Beira-Rio, foi colocada uma arquibancada móvel, que começa lá em cima, no último degrau das inferiores, avança por cima da antiga Coreia e vai até cerca de três metros para dentro do gramado do Beira-Rio.
– Em função das placas de publicidade, eles exigem que todos tenham total visão do gramado. Como é um estádio pronto, antigo, nós temos que fazer esta simulação. É assim que vai ficar. Aproximando cada vez mais o espectador do gramado. Estamos montando esta bancada em função da visibilidade – disse Emídio Ferreira, vice-presidente de patrimônio do Inter.
O diretor executivo de marketing, Jorge Avancini, fala sobre os benefícios que o torcedor terá quando a reforma do Beira-Rio estiver pronta:
– A visão é fantástica. Realmente o estádio vai ficar entre os melhores do mundo. Vai aumentar ainda mais a capacidade de público.sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Corinthians não colocará dinheiro para sediar abertura da Copa de 2014
"O Corinthians não botaria um vintém. Acho muito louvável não ter recursos públicos. O Timão pode ser atrapalhado em matéria de cronograma, encara tudo isso para fazer a abertura na cidade de São Paulo. Mas não vamos botar a mão no bolso", disse o diretor do marketing do time paulista, Luis Paulo Rosenberg.
O projeto apresentado nesta terça-feira pelo arquiteto responsável, Aníbal Coutinho, prevê capacidade para 48 mil pessoas. Apesar disso, já se pensou na possibilidade de estender a construção para até 70 mil lugares - 5 mil a mais que o exigido pela Fifa para abrigar a partida de abertura.
"Essa ampliação fazia parte do planejamento do Corinthians desde o início do projeto, visando o crescimento de espaço de acordo com a torcida, mas em até 20 anos. Por isso, já há uma etapa intermediária de cadeiras para 60 mil pessoas e, depois, para 70 mil", esclareceu Coutinho.
A ampliação de 48 mil para 70 mil lugares pode ser provisória, mas teria o mesmo custo que uma obra definitiva. O principal empecilho, contudo, seria a manutenção posterior do estádio. Os dirigentes se questionam se valeria a pena aumentar a capacidade para abrigar poucos jogos da Copa.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Kassab defende participação do Palestra Itália
Com a construção do estádio do Corinthians, este deve ser o local da abertura do Mundial, e as reformas do Palestra Itália, a casa do Palmeiras torna-se candidata a participar da Copa do Mundo. O prefeito está confiante na participação de duas arenas paulistas na competição, apesar do Palestra ter o problema com trânsito da região.
As reformas do Palestra Itália devem ser inauguradas em 2012, já que o clube comemora 100 anos em 2014.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Estádio de São Paulo
O estádio do Corinthians, que será construído na zona leste de São Paulo, receberá jogos da Copa do Mundo de 2014, segundo a Folha de S. Paulo. A decisão foi tomada após uma reunião entre o governador de São Paulo, o prefeito, a CBF e o Comitê de Organização Local do Mundial.
A confirmação veio horas depois do presidente do Corinthians, Andres Sanchez, dizer que estava lutando para "não deixar ter jogo da Copa no Morumbi". O estádio do São Paulo foi descartado porque, segundo o Comitê Organizador Local da Copa, não houve garantias financeiras para o projeto - a Fifa aprovou um com orçamento de R$ 630 milhões e o São Paulo apresentou um projeto de R$ 265 milhões.
Ricardo Teixeira já havia dito que não havia possibilidade de São Paulo ficar sem receber jogos da Copa. O presidente do Corinthians deve anunciar oficialmente a construção do novo estádio no Show da Virada, que comemora o centenário do clube, no dia 1º de setembro.